Uau! Uau! Uau! O que me fascina no cinema como nenhuma outra arte me fascina são o impacto, beleza visual e a história que só essa arte é capaz de transmitir!Esse filme francês lançado nos cinemas no final do ano passado,possui tremenda beleza estética e é uma verdadeira celebração a imaginação e ao próprio cinema! Há alguns diálogos, algumas frases aqui e ali, mas o que me causou impacto foram as imagens. A cena do balé virtual está no meu top 10 de cenas mais belas já assistidas na telona. Da madrugada até à noite, algumas horas na existência do Senhor Oscar, um ser que viaja de vida em vida. É alternadamente industrial, assassino, pedinte, criatura monstruosa, pai de família... O senhor Oscar parece desempenhar papéis, interiorizando cada um de forma completa, mas onde estão as câmeras? Está sozinho, acompanhado apenas por Céline, uma senhora loira alta aos comandos da imensa máquina que o transporta em Paris e arredores. É como um assassino consciencioso movendo-se de assassinato em assassinato. Persegue a beleza do gesto, do motor da ação, das mulheres e dos fantasmas de sua vida. Mas onde é a sua casa, onde está a sua família, o seu descanso? (fonte: filmow) Bom,não há interpretações fáceis. É difícil racionalizar o filme por completo. Acho que nem é tão interessante e que o propósito do filme nem é racionalizar, mas sentir mesmo (não há lógica ou sentido no filme). Sentir a estranheza, o incomodo provocado. È um filme difícil, conceitual e como disse a crítica Eliane Brum em uma revista é pretensioso. Mas é um filme perspicaz sobre a contemporaneidade. É um filme metalinguístico. È um filme sobre a humanidade. È um filme sobre a arte. Cada personagem que Denis Lavant encara é um filme diferente, como se fosse vários curtas metragens. E esses curtas, esses personagens nos retratassem. Como as bonecas russas,ao invés de uma boneca dentro da outra, há um filme dentro do outro. É mais ou menos isso: um curta dentro do outro, um personagem dentro do outro, uma mascara dentro da outra, uma mentira dentro da outra. Parabéns Leon Carax pela sua coragem em expor a humanidade com todos as suas mentiras e máscaras. Direção: Leon Carax Data de Lançamento:2012 Elenco:Eva Mendes, Denis lavant,Killie Minogue
Paris Manhattan
Alice é uma jovem farmaceutica apaixonada por Woddy Allen.Tão apaixonada por seus filmes que acredita que as respostas para as grandes questões da vida estão em seus filmes. Seu quarto possui um imenso poster do idolo, há livros do cineasta e "conversa" com ele antes de dormir. Alice não tem muita sorte em relacionamentos (tanto que quando conhece um rapaz em uma boate, este se apaixona pela sua irmã mais velha)possui uma leve rixa com sua irmã. Assim como nos filmes do Woddy Allen, por ordem do acaso conhece Victor, eletricista cetico que se apaixona por Alice gradualmente.
Se fosse feito em Hollyood, Paris Manhattan seria uma sacarina sem tamanho focando na relação das irmãs e retratando Alice como uma solteirona patética. Vide as comédias românticas com katherine Hagel. O que Hollywood precisa aprender com a diretora Sophie Lelouch é saber aproveitar os clichês do genero para dar ritmo e cadencia a história
Para quem é fãnatico de Woody Allen como eu, é divertido procurar referencias sobre ele e seus filmes durante o longa. Como o próprio nome da personagem principal, Alice. Homenagem a Simplesmente Alice dirigido por ele em 92.
E o último filme do ano é...
A Origem dos Guardiões
Jack Frost é o protetor das crianças e tem o poder de fazer nevar. Papai Noel presenteia as crianças de todo o mundo cristão ocidental. O fofíssimo Sandman protege os sonhos das crianças evitando pesadelos. A fada dos dentes recolhe os dentes de leite das crianças trocando por doces e bugigangas. E o Coelho da Páscoa... não preciso nem dizer não é mesmo? Quando Bicho Papão resolve atacar e por medo nas crianças invadindo seus sonhos, credulidade e fantasia, os guardiões resolvem se unir e contra atacar estimulando a imaginação das crianças a fim de sustentar a magia no mundo. O detalhe da produção é a inovação nos personagens principais: Papai Noel é tatuado, o Coelho da Páscoa possui 1,85 e é metido a badAss, a fada dos dentes é esquistamente sexy e o desconhecido Sandman é fofíssimo se comunicando através de desenhos.No estilo Os Vingadores mirim, A Origem dos Guardiões possui um roteiro tão bem amarrado e um visual tão inebriante que agrada tanto a criançada ( tanto que a meninada não parava de rir) quanto a adultos como essa que escreve. A animação é visualmente original, dando belas representações para os poderes de cada um, além de contar com um design de produção inspiradíssimo não apenas para as roupas dos personagens, mas também para o habitat/base de operações de cada um deles.
Escrito pelo ganhador do oscar de melhor curta de animação do ano passado, William Joyce e dirigido por Guilhermo Del Toro ( Labirinto do Fauno) realmente não teria como dar errado. Leve e gostoso de assistir. Belo modo de terminar o ano.
200 Cigarros
Festas natalinas e de fim de ano geralmente rendem ótimas histórias para o cinema. È claro que teve alguns erros como o insípido Feliz Ano Novo mas de resto são filmes prazerosos. Seja drama ou comédias alternativas como 200 cigarros.
Dirigido por Risa Bramon Garcia, 200 cigarrettes se passa na virada do ano de 1981 para 1982 em Nova York. Monica é uma jovem neurótica de vinte e poucos anos que prepara uma festa de arromba para comemorar a passagem do ano. Chama amigos, parentes, conhecidos e conhecidos de conhecidos. O problema é que as horas passam e ninguém chega. Ao longo dessa espera o filme corta para a histórias de desencontros e encontros amorosos de alguns desses jovens convidados. E assim vai: namoros, brigas, problemas, alegrias... tudo com um pouco de bebida e muito cigarro.
Título: 200 cigarrettes
Elenco: Ben Afleck, Casey Afleck, Cristina Ricci, Marta Plimpton, Elvis Costello
Ano: 1999
A falta que nos Move
"Um brinde a essa palhaçada que é a minha vida"
O cinema nacional me enche de orgulho. Apesar de ser exportado como cinema social ou cinema de favela, os filmes do chamado movimento novíssimo cinema abordam a subjetividade, realismo fantástico e dramas psicologicos. Ou seja, são filmes que se interessam no ser humano e não somente no contexto social. O Palhaço, Rua dos Bobos, Feliz Natal, O Astro e Trabalhar Cansa são alguns dos belissímos exemplares desse novo cinema que faz pensar e também aflorar a nossa imaginação. È o tipo de cinema que da espaço para obras autorais e independentes e que em temas particulares se tornam universais. E também são plurais nas suas singularidades.
Em A falta que nos Move dirigido por Cristiane Jatahy, o vazio e a relação verdade x ficção são discutidas através de uma trama simplória: amigos se reúnem para realizar um jantar e receber uma pessoa misteriosa. Nessa espera ocorre frivolidades, conversas francas, acidentes banais elevados a tragédias gregas e muito, mas muito improviso. A espera por esse convidado misterioso lembra Esperando Godot e assim como no livro Godot é a representação de uma eterna espera ou de uma eterna busca por algo maior do que nossa ínfima humanidade. È a incompletude da vida.
Em tom semi documental a diretora Jatahy aparece dirigindo as cenas através de mensagens no celular ou bilhetes. Dando dicas de posição do elenco ou sobre o roteiro, ela realiza a proeza de transformar o espectador em um agente participante desse jogo ( será as lagrimas, histórias, conversas e tensas discussões verdadeiras? ) e não somente um mero espectador.
Investigando os limites entre realidade x ficção, essa transposição cinematográfica de sua peça Todas as histórias são ficção,Jatahy nos propõe a ideia de que sem a ficção, ou seja, sem a mentira seria insuportável viver. E que as vezes ela pode ser o motor da vida.
Título: A falta que nos move
Diretor: Cristiane jatahy
Ano: 2009
As Vantagens de ser Invisível
O teatro na Grécia Antiga teve suas origens ligadas a divindade Dionísio. Tinha um carater orgiástico e catártico. A platéia que permanecia de pé durante cinco, seis horas acompanhando a peça experienciavam uma espécia de mudança ao sair do teatro. Não saiam do mesmo modo que entraram no teatro. Os tempos mudaram e o que antes era uma experiencia catártica agora é só entretenimento entre um jantar e a balada.
Essa breve introdução da resenha sobre a origem do teatro não é fora de contexto. Ir ao cinema tem esse efeito sobre mim. Não é apenas um passatempo. È uma experiência enriquecedora. E quando o filme é obra prima ou ocorre uma identificação a catarse é natural. È o caso de As Vantagens de ser invisível.
Escrito ,dirigido e produzido por Stephen Chbosky, baseado em seu próprio livro de 1999, a trama fala sobre um jovem introvertido e complexo chamado Charlie ( Logan Lerman), que tenta fazer amigos e ser aceito nos primeiros dias de aula do segundo grau. Sua vida de isolamento e depressão muda radicalmente quando ele decide fazer amizade com o underground Patrick (Ezra Miller), que lhe apresenta um novo mundo de amigos descolados. Entre eles, Sam (Emma Watson), por quem o protagonista começa a desenvolver um grande amor. A história ganha o contexto do início dos anos noventa, o que só acrescenta a trama pois a trilha sonora com o melhor da época ( U2, Depeche Mode, The Smiths) é precisa em detalhes e momentos cruciais passados pelo personagem sem ser piegas.
Escrever a sinopse não é tarefa fácil. Qualquer linha não irá fazer jus ao filme e soará como qualquer outro filme adolescente raso e boboca. A verdade é que nas entrelinhas é onde a obra ganha seus grandes contornos. Como o fato da amizade ser um forte alicerce para a superação de problemas familiares e interiores. De ser até capaz de salvar alguém.
Stephen Chbosky, o diretor, consegue imprimir grande sentimentalismo e drama ao filme, sem nunca exceder sua aceitação. Até o mais cético deverá se emocionar aqui.
Frankenweenie
Tim Burton é dono de uma respeitável e longa cinematografia. Começou em 1982 com a animação em stop motion Vicente (homenagem ao seu ídolo do horror Vincent Price ) e desde então não parou mais. Em trinta anos de carreira é obvio que houve altos e baixos mas felizmente em quase 20 filmes houve mais altos do que baixos. E Frankeweenie entra no hall dos melhores de sua carreira e também um dos melhores filmes do ano.
O que permitiu o longa ser um sucesso de crítica mas não de público, foram algumas liberdades tomadas por Burton como o uso da fotografia em preto e branco ( uma das referencias ao cinema B dos anos trinta e quarenta), associada ao 3D realçando o próprio stop motion. Não se pode esquecer as ínúmeras referências de seus próprios filmes e de outros personagens bizarros de outros filmes como Jurassick Park, Gremlins, Godzilla, A Múmia e finalmente Frankstein.
Victor Frankenstein é um garoto de um típico suburbio americano. Prefere aulas de ciência à prática de esportes, e tem no cão Sparky seu melhor amigo que espanta a solidão com seus latidos e jeito amigável. Quando uma fatalidade encerra a amizade, Victor emprega em um experimento científico o que aprendeu na escola sobre tecidos ervosos estimulados por correntes elétricas - e numa noite de tempestade faz Sparky renascer. Para azar de toda a comunidade, porém, a feira de ciências da escola está se aproximando, e os colegas de sala de Victor também decidem testar o método de Frankenstein.
Depois do irregular Sombras da Noite, Burton não somente com um personagem, mas com vários, passa a mensagem de que cada vez mais o mundo é preenchido pelos excluídos. Os tempos são outros, e depois de um tempo para conseguir enxergar isso, Burton volta com tudo, acompanhado de suas deliciosas referências e dos incontáveis espectadores que com certeza voltam a se identificar com seus conflitos e excentricidades.
Um Grande Garoto
Adaptação do livro do pop escritor inglês Nick Hornby ( o mesmo de Alta Infidelidade), Um grande Garoto conta a história de Will( Hugh Grant). Um sujeito boa pinta que tem sua vida de solteiro, egoísta e preguiçosa descrita acima bagunçada por Marcus (Nicholas Hoult), um esperto e problemático garoto cuja mãe ( Toni Colette) é depressiva e pai é ausente. A amizade é forçada pelo jovem e com o tempo Will aprende a ser menos egoísta e Marcus a ser um adolescente comum mas com sua própria personalidade. Um complementa o outro: O adulto tem sua vida preenchida por responsabilidades familiares através de Marcus e o jovem se torna mais leve, através de atividades fúteis como assistir podreira na tv ou fazer compras no shopping com Will.
E é claro que para motivar Will a seguir o caminho da maturidade, surge um interesse romântico. Aqui surge na pele da linda e talentosa Rachel Weiz.
O final é comum e esperado mas até lá grandes risadas podem ser dadas. E claro desperta o interesse de ler o livro de Nick Hornby.
Manequim- A magia do Amor
Para os cinéfilos e os apreciadores comuns de cinema que estão, assim como eu, na vibe de assistir filmes leves,bobos e escapistas, não há pedida melhor do que Manequim- A magia do Amor. Filme dos longíquos anos 90, Manequim possui uma história simples: Um decorador de vitrines(o bonitinho William Ragsdale), numa grande loja americana, liberta o espírito de uma
camponesa que está presa dentro de um manequim há quase mil anos. È claro que ele se apaixonará por ela e terá que enfrentar um poderoso feiticeiro para ter o seu amor eterno. Com a ajuda do seu amigo gay afetado chamado Hollyood, que oferece momentos engraçadíssimos ao longa, enfrentar situações bobíssimas para conseguir seu intento.
È realmente o tipo de fillme no qual quem assiste percebe que o elenco esta ali se divertindo e afinal só esta no longa para pagar as contas e pelo prazer de fazer cinema. Mesmo sendo trivial.
Grande clássico da sessão da tarde, é um exemplo de que o cinema não precisa ser sério e complexo o tempo todo. De complicado já basta a vida. E ás vezes uma diversão escapista é tudo o que precisamos.
• Gênero: Comédia/Fantasia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 95 minutos
• Tipo: Longa-metragem
È realmente o tipo de fillme no qual quem assiste percebe que o elenco esta ali se divertindo e afinal só esta no longa para pagar as contas e pelo prazer de fazer cinema. Mesmo sendo trivial.
Grande clássico da sessão da tarde, é um exemplo de que o cinema não precisa ser sério e complexo o tempo todo. De complicado já basta a vida. E ás vezes uma diversão escapista é tudo o que precisamos.
Direção: Stewart Raffill
• Roteiro: Edward Rugoff
(personagens e roteiro), Michael Gottlieb
(personagens), David Isaacs (roteiro), Ken Levine (roteiro), Betsy Israel (roteiro)• Gênero: Comédia/Fantasia/Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 95 minutos
• Tipo: Longa-metragem
Ruby Sparks
Quem já conhece o trabalho de Valerie Faris e Jonathan Dayton já sabe que sairá dos cinemas com um grande sorriso no rosto. Diretores do terno e superesimado Pequena Miss Sunshine e clipes dos Smashining Pumpks e R.E.M, essa dupla sabe ser original.
Calvin Weir Feilds é um jovem escritor ( um jovem J. D Salinger, como ele mesmo se auto intitula).È premiado e famoso por seu livro de estreia que marcou uma geração. O best seller foi tão marcante que tudo o que ele é e tem se deve ao romance. Agora ele busca por inspiração para o segundo romance mas um bloqueio criativo causado pelo término de seu namoro de cinco anos com sua primeira e única namorada o impede de escrever. Em uma consulta, seu psicanalista o aconselha a escrever sobre algo que o motiva. Esse é o ponto de partida para a Namorada Perfeita. Na história, Calvin começa a escrever sobre uma namorada idealizada. Escreve, escreve e sonha com ela. Sonha tanto que o seu ideal romantico ganha vida. Uma vez tendo a mulher de seus sonhos em seus braços, é só correr para o abraço certo?Não. Não para o vazio Calvin. Mesmo sendo sua criação e tendo total controle sobre ela, Ruby ganha contornos reais, com sentimentos e anseios como qualquer outra jovem. Anseios também relacionados ao seu relacionamento. È aí que Calvin entra em cena novamente e começa a escreve-la de acordo com suas necessidades: Se ele estiver carente, ele a escreve de modo que o satisfaça. Se estiver precisando de espaço, ele a molda como uma mulher independente. E por aí vai...
Splash- Uma sereia em minha vida, Mulher nota mil e Mais estranho que a ficção são alguns dos filmes que possuem um mote semelhante, mas Ruby Sparks se diferencia desses não somente pela tecnica e elenco experiente mas também pela discussão mais aprofundada sobre o amor. Será que esse sentimento é realmente altruísta ou é só uma extensão de um amor próprio?
Apesar de ser classificada como comédia, não é uma comédia escrachada e rende boas discussões sobre amor, narcisismo e criação literária. A obra é ao mesmo tempo cômica, doce e melancólica quando precisa, e conta no elenco com a participação de gente como Annette Bening e Antonio Banderas.
Ruby Sparks
Diretor: Valerie Faris e Jonathan Dayton
Elenco: Paul Dano, Zoe Kazan, Annette Bening e Antonio Bandeiras
Ano: 2012
Calvin Weir Feilds é um jovem escritor ( um jovem J. D Salinger, como ele mesmo se auto intitula).È premiado e famoso por seu livro de estreia que marcou uma geração. O best seller foi tão marcante que tudo o que ele é e tem se deve ao romance. Agora ele busca por inspiração para o segundo romance mas um bloqueio criativo causado pelo término de seu namoro de cinco anos com sua primeira e única namorada o impede de escrever. Em uma consulta, seu psicanalista o aconselha a escrever sobre algo que o motiva. Esse é o ponto de partida para a Namorada Perfeita. Na história, Calvin começa a escrever sobre uma namorada idealizada. Escreve, escreve e sonha com ela. Sonha tanto que o seu ideal romantico ganha vida. Uma vez tendo a mulher de seus sonhos em seus braços, é só correr para o abraço certo?Não. Não para o vazio Calvin. Mesmo sendo sua criação e tendo total controle sobre ela, Ruby ganha contornos reais, com sentimentos e anseios como qualquer outra jovem. Anseios também relacionados ao seu relacionamento. È aí que Calvin entra em cena novamente e começa a escreve-la de acordo com suas necessidades: Se ele estiver carente, ele a escreve de modo que o satisfaça. Se estiver precisando de espaço, ele a molda como uma mulher independente. E por aí vai...
Splash- Uma sereia em minha vida, Mulher nota mil e Mais estranho que a ficção são alguns dos filmes que possuem um mote semelhante, mas Ruby Sparks se diferencia desses não somente pela tecnica e elenco experiente mas também pela discussão mais aprofundada sobre o amor. Será que esse sentimento é realmente altruísta ou é só uma extensão de um amor próprio?
Apesar de ser classificada como comédia, não é uma comédia escrachada e rende boas discussões sobre amor, narcisismo e criação literária. A obra é ao mesmo tempo cômica, doce e melancólica quando precisa, e conta no elenco com a participação de gente como Annette Bening e Antonio Banderas.
Ruby Sparks
Diretor: Valerie Faris e Jonathan Dayton
Elenco: Paul Dano, Zoe Kazan, Annette Bening e Antonio Bandeiras
Ano: 2012
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