O Estranho mundo de Jack


O mundo de Jack é realmente estranho:Bruxas,esqueletos,lobisomens, escuridão e clima gótico. Jack Skellington é um ser fantástico que vive na Terra do Halloween e organiza, todo ano, a festa mais assustadora do calendário norte-americano. Entediado da rotina e vagando na floresta, ele se depara com portais que conduzem a outras festividades - a Páscoa, a Ação de Graças - e decide atravessar o portal do Natal que o leva a conhecer a colorida e iluminada festividade recheada de amor, presentes e espírito natalino. Convencido a abraçar essa celebração, Jack convence os outros habitantes a sequestrar Papai Noel e a elaborar o seu próprio Natal, apesar das premonições de Sally, uma boneca de pano costurada pelo Dr. Finklestein, preverem algo ruim e trágico.

Com a tecnologia do stop motion ( é uma técnica de animação fotograma a fotograma ou quadro a quadro com recurso a uma máquina de filmar, máquina fotográfica ou por computador), e com roteiro e produção de Tim Burton, o longa é visualmente um deleite para os olhos e o enredo,embalado pelas agradavéis músicas de Danny Elfman, um relaxamento para a mente.
 O detalhe é que a animação é de 1994 mas parece ter sido feita somente há alguns anos. Se parece ter um enredo infantil quem irá se divertir mais são os adultos.
Trailer:
 http://www.youtube.com/watch?v=LuvdeINbNhM

Título: O estranho mundo de Jack
Duração:88 minutos
Direção: Henry Selick
Produção: Tim Burton

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Amor a toda Prova



Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo com um colega de trabalho( Kevin Bacon) e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.


 O que define se determinado filme é ruim? A direção,o roteiro, as atuações ou a soma de tudo?Não posso responder pelos críticos ou pelo público geral mas posso responder por mim. O que me interessa,o que me faz ser apaixonada por cinema,são as histórias. Histórias bem contadas claro. Pode ser a comédia romantica mais banal que houver. Se for feita com honestidade e souberem conta-la porque não? Afinal de contas quem nunca se divertiu vendo O casamento do meu melhor amigo ou qual balzaquiana nãose indentificou com Bridget Jones?
Enfim...a questão é: Por mais que um filme peque em um aspecto, sempre haverá outro que o salvara da desgraça total. È o caso de Amor a toda prova. Se o filme tem um roteiro mais furado que queijo suiço(alguém já viu uma garota se formar em direito e se tornar sócia de uma firma de advocacia com dezessete anos?) e uma direção que tenta "inovar" utilzando a camera de forma vacilante nos momentos de tensão (alguém os avise que isso não é mais novidade?) e se aproximar das comédias indies, por outro lado há atuações brilhantes de um elenco estelar. Já esclareço o seguinte:assim como o roteiro, os personagens são rasos, unidimensionais. O personagem de Ryan Gosling por exemplo,não mostra a que veio.Não se sabe quem é,de onde vem e nem o que faz. Sabemos razoavelmente, atraves de uma rapida conversa com sua nova conquista, mas de resto é um pária sexy cuja única função é bancar a fada madrinha para o personagem de Steven Carel.

O grande destaque fica por conta de  Julianne Moore que humaniza seu personagem de tal forma, que não há como o espectador se voltar contra ela.
 E o que dizer de Jonah Bobo? De nome ninguém reconhece mas aquele garotinho que encantou à todos no filme Zathura, ainda encanta com sua atuação tão singela.  
Não é dificil concluir que a escolha de um  elenco desse nível foi totalmente proposital. Afinal tem que ser muito bom ator para fazer das tripas coração personagens tão superficiais em algo identificavel e assistível.

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Título: Amor a toda Prova
Elenco: Steve Carel, Juliane More,Jonah Bobo, Ema Stone,Kevin Bacon, Marisa Tomei,Ryan Gosling
Ano:2011

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Uma boa dica para esse feriadão é conferir o novo filme de Roman Polanski, O Deus da Carnificina. Calma! Não é mais uma obra monótona sobre ateísmo e cristianismo apesar do que o título sugere. Pelo contrário. O Deus da Carnificina trata de forma bem humorada sobre relações humanas.
                                                                
Nos créditos iniciais, a camera se move vagarosamente até focar de longe um grupo de crianças brincando. Rapidamente a brincadeira se torna briga e abruptamente a camera corta para outra cena: Os pais dessas crianças briguentas surge na residencia de um deles tentando resolver essa situação constrangedora de forma mais civilizada e pacífica possível.
                                                              
Com um texto imensamente criativo - baseado na peça teatral francesa "Le Dieu du Carnage", de Yasmina Reza (que assina o roteiro em parceria de Polanski) -, temos excelentes personagens, construídos com grande atenção aos detalhes. Os relacionamentos são esmiuçados de maneira auspiciosa, uma análise que explana aspirações artísticas, fobias de seres rastejantes, modelos de conduta, ativismos latentes, hipocrisias, qualidades, defeitos, até mesmo o motivo de seus apelidos afetuosos são jogados na mesa (uma das melhores piadas, aliás). Além do texto e dialogos memoráveis o grande destaque vai para o elenco impagável que reúne Cristopher Waltz, Jonh C. Reilley, Kate Winslet e  Jodie Foster como a ora controlada e pacífica, e ora como a  histérica e infeliz Penelope.

                                                            
Trailer:

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Da pornochanchada dos anos oitenta a retomada dos anos noventa,o cinema nacional nunca esteve tão em voga como agora. E se há um nome responsável por essa elevação do cinema brasileiro para outro patamar,seu nome é Selton Melo. Saído das novelas,há mais de doze anos anos (sua última aparição nas telinhas foi em 1999 em Força de um desejo) esse mineiro de trinta e oito anos mostra a que veio em sua segunda incursão na direção de um longa (sua primeira aparição por de trás das câmeras ocorreu no excelente Feliz Natal. Assistindo, me lembrou uma frase que li recentemente em um livro:"Há historias tão tristes mas tão tristes que tem uma alegria boa no final. Mas o contrário não existe". Aqui não só a história mas o personagem é tão triste mas tão triste que no final há essa alegria boa. Tão boa que no final do longa o espectador sairá com um sorriso doce na boca. Selton Mello interpreta Benjamin,um palhaço que não quer ser mais palhaço.Um profissional na arte de fazer o povo rir mas que não tem ninguém que o faça sorrir.O objetivo de Benjamin é ser somente Benjamin e não ser mais o palhaço Pangaré. Não possui identidade,endereço fixo e muito menos cpf.Somente a certidão de nascimento o define.Na verdade,seu trabalho o define.Mas será que é suficiente? Nem um pouco.Seu desejo é se encontrar.Para isso ele sai do colorido mundo circense e vai atrás do cinza do mundo. È nesse cinza que ele se encontra não se encontrando. Faz sua identidade,mora em um pequeno hotel e consegue seu primeiro comprovante de residencia. E é justamente nesse cinza,nesse mundo prosaico que ele encontra e aprecia o belo. Encontra quem o faz rir. È justamente nessa hora que ele da o seu primeiro sorriso e como o filho pródigo:o bom filho a casa retorna,nesse caso,ao circo retorna. Através de uma estetica que investe no colorido,trilha sonora que lembra antigos filmes italianos, e elenco repleto de atores sensíveis que remetem a uma glória do passado,o longa se assemelha a um mundo fantástico e realista,onde o colorido e esperançoso mundo circense se choca a todo momento com a realidade crua da vida fora do teatro. Vi em uma entrevista que a intenção de Selton era sensibilizar o público através de uma história pessoal e exorcizar uma crise criativa que teve no passado. Não sei se ele conseguiu expurgar suas emoções através da arte mas com certeza nos sensibilizou. Pelo menos eu fui contemplada com sua intenção. Trailer: O PALHAÇO (Brasil, 2011). Direção de Selton Mello. Roteiro de Selton Mello e Marcelo Vindicato. Com Selton Mello, Paulo José, Larissa Manoela, Giselle Motta, Teuda Bara, Álamo Facó, Moacyr Franco, Ferrugem, Fabiana Karla, Jorge Loredo, Jackson Antunes, Tonico Pereira, Ferrugem.

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Precisamos falar sobre Kevin

Eva é uma mulher de quarenta e poucos anos bem vividos. Tem uma carreira internacional promissora, espírito aventureiro e um marido que sempre sonhou. Sua vida estavel é interrompida pelo nascimento de seu primeiro filho,Kevin.Ter um filho nunca fora um objetivo para Eva mas ela não questiona tanto. Aceita de bom grado mas não tem grande simpatia pela ideia. Sua vida muda desde a gestação. Desde aí, percebe que Kevin não é uma criança normal.Irá infernizar sua vida até o fim. Precisamos falar sobre kevin é um filme baseado no pesado livro de Lionel Shriver. Se no livro, Eva tenta entender o que aconteceu com Kevin para causar tamanha tragédia através de cartas a seu marido, no filme a história é contada de forma desfragmentada. As situações passadas por Eva devido a Kevin são um pouco mais contidas no livro mas no filme são bem exploradas e produzidas. Vale dizer que além do propósito de desmistificar alguns temas como a maternidade, é um filme que entretem e aterroriza. Muitos sites e revistas especializadas já escreveram inúmeras teorias psicanalíticas e até esse momento dissecaram cena por cena. A relação entre mãe e filho, a loucura que é a sociedade americana e sobre as tragédias que acontecem nas escolas. Não vou chover no molhado. Ainda mais por crer que esse filme tem um impacto maior assistindo sem informações prévias. Veja.Reveja.Discuta sobre. Precisamos falar sobre Kevin é um filme intrigante que vai além de interpretações óbvias. È o tipo de filme que perturba,que causa reflexões. E se você for mente aberta e se deixar levar, provoca mudanças de pensamentos que estão arraizados. • Direção: Lynne Ramsay • Roteiro: Lynne Ramsay (roteiro), Rory Kinnear (roteiro), Lionel Shriver (romance) • Gênero: Drama/Suspense • Origem: Estados Unidos/Reino Unido • Duração: 112 minutos • Tipo: Longa-metragem

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Minhas tardes com Margueritte




Alguém já ouviu o termo feel good movies? Não? Então explico. Feel good movies são aqueles filmes que nos fazem bem através de um final inspirador e belo.Todos os percalços enfrentados pelos personagens são compensados no final.O mais brilhante nesses filmes é que essa boa sensação transferida à quem assiste,não ocorre através de clichês ou cenas piegas.È a vida como ela é. E sim as vezes ela é simples e bela.
Simples e bela... são dois adjetivos que se encaixam perfeitamente com Minhas tardes com Margueritte. A história é bem banal: Homem bruto( Gerard Diperdieu,excelente) e iletrado com um grande coração encontra em uma tarde numa praça uma senhora de noventa e cinco anos alimentando os pombos. Conversa vai,conversa vem e nasce uma grande amizade. Ele descobre que ela é amante da literatura e ela descobre que ele é amante da vida apesar de sofrer seus maltratos.
È um filme sobre amor. Amor a literatura,ao próximo e a vida.Recomendo!

Trailer:


CURIOSIDADES
Do mesmo diretor de Conversas com Meu Jardineiro.
Baseado no livro de Marie-Sabine Roger.

Ficha Tecnica:
Diretor: Jean Becker
Elenco: Gérard Depardieu, Gisèle Casadesus, Maurane, Patrick Bouchitey, Jean-François Stévenin, François-Xavier Demaison, Claire Maurier, Sophie Guillemin
Produção: Louis Becker
Roteiro: Jean Becker, Jean-Loup Dabadie
Fotografia: Arthur Cloquet
Trilha Sonora: Laurent Voulzy
Duração: 82 min.
Ano: 2010
País: França
Gênero: Drama
Cor: Colorido

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AND THE OSCAR GOES TO...




È cafona,brega,os apresentadores são os mais insosos possíveis e algumas piadas são mais sem graça do que A Praça e Nossa e Zorra Total juntos. But what the hell...se até Fellini disse que o Oscar é a maior festa de cinema do mundo quem sou eu pra discordar?
Falta uma semana exatamente! Já fizeram o bolão com os amigos? Já viram os indicados as principais categorias? Pra quem ainda esta um pouco perdido,aqui estão os indicados e comentários sobre alguns.


Melhor filme
Juro que não entendi a escolha da academia para formar uma lista tão fraca.Concordo que 2011 foi um ano marcado pelos blockbusters e fraquissímo em qualidade mas se fossem mais sérios,menos políticos e preguiçosos teriam selecionado Toda forma de Amor e também Tudo pelo poder.Excluido Cavalo de Guerra(será que tem influencia do senhor Spielberg?) e o bonzinho e nada mais Histórias Cruzadas.


Os Descendentes( filme família independente estilo Miss Sunshine)
A Árvore da Vida(Podem dizer que é papa oscar, mas é minha aposta de melhor filme)
Histórias Cruzadas
A Invenção de Hugo Cabret
O Homem Que Mudou o Jogo (Tem seus méritos,mas...o que um filme sobre superação através do esporte esta fazendo aqui?)
Cavalo de Guerra (Nem premissa ou o trailer me conquistou. Mas...duas palavras que expliquem ser um candidato: Steven Spielberg)
O Artista ( Ainda não vi)
Meia-Noite em Paris ( Roteiro,cenários,atuações magnificas.Grande obra prima de Allen)
Tão Perto e Tão Forte(Ainda não vi)

Melhor ator

Não há concorrente para Gary Oldman em O Espião que sabia demais


George Clooney - Os Descendentes (Não me pergunte o porque. Clonney é apenas...Clonney)
Brad Pitt - O Homem Que Mudou o Jogo ( Brad Pitt faz grande esforço pra sair de sua zona de conforto mas não há sucesso.Só fez o esperado)
Jean Dujardin - O Artista
Demián Bichir - A Better Life
Gary Oldman - O Espião que Sabia Demais (Esse é o cara!Só vendo pra saber!)

Melhor atriz
Porque não retiram o nome de oscar para melhor atriz e mudam para melhor Meryl Streep? Sério,senão fosse Glenn Close em Albert Nobbs e concorrendo mais atrás a talentosa Michelle Williams com Sete dias com Marilyn, Streep ganharia fácil fácil! Estou em dúvida nessa categoria,mas torço para Meryl!


Glenn Close - Albert Nobbs ( Sem palavras.Há uma entrega de corpo e alma ao personagem)
Viola Davis - Histórias Cruzadas
Rooney Mara - Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Meryl Streep - A Dama de Ferro
Michelle Williams - Sete Dias com Marilyn

Melhor ator coadjuvante

Christopher Plummer em Toda forma de Amor. Não há concorrente



Kenneth Branagh -Sete Dias com Marilyn
Nick Nolte - Guerreiro
Max Von Sidow - Tão Perto e Tão Forte
Jonah Hill - O Homem Que Mudou o Jogo ( Grande performance.Mas nada memorável.)
Christopher Plummer - Toda Forma de Amor(Não há concorrente. Plummer atribuiu equilibradamente sensibilidade e humor que torna seu personagem inesquecível)

Melhor atriz coadjuvante


As chances para alguém de Histórias Cruzadas levar são grandes,óbvio,mas torço para Janet McTeer de Albert Noobs


Bérénice Bejo - O Artista
Jessica Chastain - Histórias Cruzadas
Janet McTeer - Albert Nobbs
Melissa McCarthy - Missão Madrinha de Casamento
Octavia Spencer - Histórias Cruzadas

Melhor diretor


Páreo duro.Grandes diretores e excelentes filmes



Woody Allen - Meia-Noite em Paris (Apesar de Allen ser um excelente roteirista,seu estilo de direção é deixar a camera rolando e o roteiro falar por si.Seu primor reside nos dialogos e atuações)
Terrence Malick - A Árvore da Vida (O que Malick fez,é grandioso,sensacional.Não só torço,mas tenho a absoluta certeza que leva essa)
Alexander Payne - Os Descendentes (Não há grandes inovações).
Michel Hazanivicous - O Artista
Martin Scorsese - A Invenção de Hugo Cabret

Melhor roteiro adaptado

A invenção de Hugo Cabret é o favorito e assim como dois mais dois é quatro,ganha fácil. Mas torço por Tudo pelo poder de George Clonney.



A Invenção de Hugo Cabret
Tudo pelo Poder
Os Descendentes
O Espião que Sabia Demais
O Homem Que Mudou o Jogo

Melhor roteiro original

Allen detesta premiações e não estará presente nessa.Fato. Mas torço muito por ele e acho que leva apesar do excelente A Separação também concorrer. Mas também é fato que não há ninguém com uma imaginação e criatividade como a dele.



Meia-Noite em Paris
O Artista
Margin Call - O Dia Antes do Fim
Missão Madrinha de Casamento
A Separação

Melhor filme em lingua estrangeira

A Separação (Irã)
Bullhead (Bélgica)
Monsieur Lazhar (Canadá)
Footnote (Israel)
In Darkness (Polônia)

Melhor longa animado

Gato de Botas
Kung Fu Panda 2
Rango
Um Gato em Paris
Chico & Rita

Melhor trilha sonora original

As Aventuras de Tintim
O Artista
O Espião que Sabia Demais
A Invenção de Hugo Cabret
Cavalo de Guerra

Melhor canção original

"Man or Muppet" - Os Muppets
"Real in Rio" - Rio

Melhores efeitos visuais

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Invenção de Hugo Cabret
Gigantes de Aço
Planeta dos Macacos - A Origem
Transformers: O Lado Oculto da Lua

Melhor maquiagem

Albert Nobbs
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Dama de Ferro

Melhor fotografia

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
O Artista
A Invenção de Hugo Cabret
A Árvore da Vida
Cavalo de Guerra

Melhor figurino

Anônimo
O Artista
A Invenção de Hugo Cabret
Jane Eyre
W.E. - O Romance do Século

Melhor direção de arte

O Artista
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
A Invenção de Hugo Cabret
Cavalo de Guerra

Melhor documentário

Hell and Back Again
If a Tree Falls
Paradise Lost 3: Purgatory
Pina
Undefeated

Melhor documentário de curta-metragem

God is the Bigger Elvis
The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement
Incident in New Baghdad
Saving Face
The Tsunami and the Cherry
Blossom

Melhor montagem

Os Descendentes
O Artista
Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
O Homem Que Mudou o Jogo
A Invenção de Hugo Cabret

Melhor curta

Pentecost
Raju
The Shore
Time Freak
Tuba Atlantic

Melhor curta animado

Dimanche
The Fantastic Flying Books of Mister Morris Lessmore
La Luna
A Morning Stroll
Wild Life

Melhor edição de som

Drive
Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Cavalo de Guerra
A Invenção de Hugo Cabret
Transformers: O Lado Oculto da Lua

Melhor mixagem de som

Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Cavalo de Guerra
A Invenção de Hugo Cabret
Transformers: O Lado Oculto da Lua
O Homem Que Mudou o Jogo

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Capitão America








Houve uma época em que eu não sabia o que era capitalismo. Não sabia o poder de manipulação que os Estados Unidos possuia e muito menos de seu nacionalismo exacerbado. È claro que estou falando da minha infância. Dentro desse contexto de ingenuidade pura, meu tempo era preenchido por filmes e mais filmes hollyoodyanos e por inúmeros desenhos.E o desenho de super herói que mais me marcou com certeza foi Capitão America. Não me interessava se seu uniforme era uma clara alusão a bandeira americana,não me interessava se sua criação foi inspirada em meio a segunda guerra para propagar a imagem de "bom moço" do país. O que me interessava era ver o Capitão América em ação,salvando o mundo em mais um inesquecível episódio.
Aquela geração que assistia o desenho cresceu. Se tornou cínica e incrédula. Então como fazer um filme que resgate um sentimento perdido em meio ao crescimento?
Simples:Esquecer de franquias e se preocupar em desenvolver uma história com honestidade e sem segundas intenções(leia-se arrecadar lucros somente)agrandando ao público e não aos grandes estúdios.
Com a direção de Jonh Houston( Jumanji) Capitão America é uma aventura no sentido clássico:segue a fórmula prática de roteiros de filmes de ação(herói franzino + obtenção de super poderes + amor platônico)e vilões que realmente são vilões com todos os seus apetrechos visuais clássicos. E há uma harmonia e interação do elenco tão tangível que quem assiste se sente transportado para aquela época da inocencia e por um momento se esquece de todo o cinismo.
Para quem não conhece a história lá vai:
2ª Guerra Mundial. Steve Rogers (Chris Evans) é um jovem que aceitou ser voluntário em uma série de experiências que visam criar o supersoldado americano. Os militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, mas logo percebem que o supersoldado é valioso demais para pôr em risco na luta contra os nazistas. Desta forma, Rogers é usado como uma celebridade do exército, marcando presença em paradas realizadas pela Europa no intuito de levantar a estima dos combatentes. Para tanto passa a usar uma vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos, azul, branca e vermelha. Só que um plano nazista faz com que Rogers entre em ação e assuma a alcunha de Capitão América, usando seus dons para combatê-los em plenas trincheiras da guerra.

Trailer:


Título original: (Captain America: The First Avenger)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Joe Johnston
Atores: Chris Evans, Hugo Weaving, Tommy Lee Jones, Stanley Tucci.
Duração: 124 min
Gênero: Aventura

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Eu sou o número 4





Boa dica para se divertir e ver com a galera em um final de semana chuvoso. Não sei muito sobre o filme ou se foi fiel ao livro mas tem bons efeitos especiais e boas cenas de ação. E claro para as adolescentes romanticas há um romancezinho agua com açúcar jovial. Boa ficção teen!
Nove alienígenas fugiram do planeta Lorien, onde eram conhecidos por números, para se esconder na Terra. O objetivo era se esconder dos Mogadorians, inimigos que precisam eliminar todos eles - e na ordem certa - para que poderes especiais não possam ser usados contra eles no futuro. A caçada já começou e os números Um, Dois e Três já foram assassinados. O número Quatro vive disfarçado entre os humanos, como John Smith (Alex Pettyfer), ajudado por seu protetor Henri (Timothy Olyphant) na tranquila cidade de Paradise, em Ohio. Enquanto descobre seus novos poderes, Smith conhece a estudante Sarah Hart (Dianna Agron) e se apaixona por ela, colocando em risco a vida de ambos e o futuro de sua raça, porque o inimigo já o localizou. A sua sorte é que a número Seis (Teresa Palmer) também o encontrou e ela pode ajudar na batalha.(adoro cinema)

Trailer:


Título original: (I Am Number Four)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: D.J. Caruso
Atores: Alex Pettyfer, Dianna Agron, Timothy Olyphant, Teresa Palmer.
Duração: 110 min
Gênero: Ação

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O que terá acontecido a baby Jane




Desde pequena Jane Hudson (Bette Davis,perfeita) tinha paixão pelas artes.Especificamente a dança e o canto.O que mais lhe dava prazer não era somente as artes mas as consequencias desta. Ou seja: a fama e a adulação do público. O ápice de sua carreira foi a criação de uma boneca com seu nome: Baby jane. Se para pessoas "maduras" a fama em excesso é um desafio ao caráter imagine a uma criança que ainda esta em desenvolvimento?
Blanche(Joane Crawford,um primor) é uma menina com talentos a serem desenvolvidos. È calada e vive a sombra de sua talentosa famosa irmã.
As duas crescem. Se quando criança baby Jane era um charme e engraçadinha, com o tempo o talento e beleza que tinha se esvai. E todos sabem como Hollyood pode ser cruel com aqueles sem atrativos físicos ou intelectuais. Oportunidades não aparecem e ela é esquecida ao longo do tempo. Vive de pequenos papéis e passa a morar na mansão deixada pelo falecido pai com sua irmã Blanche. Passa a viver do glorioso passado e cada dia é uma decadencia. Se antes Blanche era apatica e apagada pelo sucesso da irmã,na fase adulta ela é uma milionária escritora conhecida em hollyood. E todos sabem como hollyood trata aqueles com algo a semear nessa terra de sonhos certo?
Tudo finalmente ia certo para Blanche até algo terrível acontecer. È nesse trágico acontecimento que o suspense começa.
O grande feito dessa película são as múltiplas camadas que o tece. Pois ao mesmo tempo que trata da relação intempestuosa entre Blanche e Jane também trata da crueldade de hollyood e dos grandes estúdios. A relação familiar parece ser uma metáfora para o mundo do showbizz.
O grande destaque do filme é o roteiro bem elaborado e desenvolvido. Mas nenhuma resenha sobre esse filme pode terminar sem citar a atuação de Bette Davis e Joan Crawford e os grandes diálogos entre as duas. Em todos os embates dão um show de interpretação e realidade. Realidade sim, porque não? Já que os boatos que rolavam na época é que as duas não se bicavam de jeito nenhum e as maldades exercidas pela irmã Jane contra Blanche se estendiam à realidade.
Boatos a parte...O que terá acontecido a Baby Jane é um daqueles clássicos que nos faz grudar na cadeira e que permanece na nossa mente por um bom tempo.
È um "must" para qualquer cinéfilo.

Trailer:



Título original: (What Ever Happened to Baby Jane?)
Lançamento: 1962 (EUA)
Direção: Robert Aldrich
Atores: Bette Davis, Joan Crawford, Victor Buono, Wesley Addy.
Duração: 133 min
Gênero: Ficção

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